quinta-feira, 11 de março de 2010

Evento Gratuito - Seminário Verde


SP- 15/03 - Evento Gratuito - Seminário Verde

Informações e Inscrição: http://www.seminarioeconomiaverde.com.br/

Palestra Gratuita - “Perspectivas Econômicas 2010/2011. Brasil: o desafio de lidar com o sucesso ”


Pessoal, segue mais uma palestra gratuita , peço por favor para entrar em contato com dados abaixo.
Abs,
Flávia Boni


A SPDM—Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, o GRIDES (Grupo Interdepartamental de Economia da Saúde da UNIFESP) e o CPES—Centro Paulista de Economia da Saúde e gostariam de contar com a sua presença na Palestra:

“Perspectivas Econômicas 2010/2011. Brasil: o desafio de lidar com o sucesso ”


Dr. Fernando Honorato Barbosa

Coordenador do Departamento Econômico do Bradesco, tendo sido economista-chefe do BBI – Banco de Investimento e economista sênior do Depec-Bradesco. Possui mestrado e graduação em economia pela USP e suas áreas de concentração acadêmicas são o setor de políticas macroeconômicas. Participa regularmente eventos com Banco Central do Brasil, Ministério da Fazenda, Tesouro Nacional e FMI.

Seminários de Gestão – Ano II

Dia 30 de março de 2010 – 8h30 às 10h 

Rua Diogo de Faria, 1.036 – Segundo Sub-Solo


Favor confirmar presença por telefone (11) 5081-7275 ou pelo e-mail: anaclaudia@dhsp.epm.br



 

quarta-feira, 10 de março de 2010

Sem qualidade de vida a longevidade é cada vez mais frágil


Um site muito bom, que tem várias reportagens e dicas.

www.docelimao.com.br

Vale a pena !!

Bjs
Flávia Boni


Agência FAPESP - Por Fábio de Castro - Em 03/02/2010

InvistaAGORA na sua saúde plena, na sua qualidade de vida, não só para viver um presente "nutritivo", "transformador", mas para semear uma longevidade com lucidez e prazer de viver!
Conceição Trucom
A fragilidade em idosos – uma síndrome clínica que se caracteriza por perda de peso involuntária, fadiga, fraqueza, diminuição da velocidade de caminhada e baixa atividade física – atinge a população da cidade de São Paulo precocemente em relação aos países desenvolvidos e, depois dos 75 anos, avança com extrema rapidez.
A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) com uma amostra de 689 pessoas com mais de 75 anos na capital paulista. A síndrome, de acordo com a pesquisa, atingia 14,1% do grupo em 2006. Em 2008, apenas dois anos depois, a prevalência já era de mais de 45%.
O trabalho, que teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, está ligado ao Projeto Temático “Saúde, bem-estar e envelhecimento (Sabe-2005) – Estudo longitudinal sobre as condições de vida e saúde dos idosos no município de São Paulo”, coordenado pelos professores Ruy Laurenti e Maria Lúcia Lebrão, ambos do Departamento de Epidemiologia da FSP.
A coordenadora do subprojeto, Yeda Duarte, professora da Escola de Enfermagem (EE) da USP, afirma que até agora, no Brasil, a síndrome de fragilidade não havia sido tema de estudos longitudinais – isto é, que buscam correlações entre variáveis partindo de observações ao longo de um extenso período de tempo.
“A questão da fragilidade tem sido bastante trabalhada em outros países, mas no Brasil estamos apenas começando. No exterior, a prevalência da fragilidade varia entre 7% e 35%, dependendo do país e do desenho do estudo. Nossa pesquisa mostra uma porcentagem bem maior aos 75 anos, o que indica que nossos idosos estão se fragilizando mais cedo”, disse à Agência FAPESP.
Segundo Yeda, não existe um consenso definitivo sobre o que é a fragilidade. O conceito adotado na pesquisa – desenvolvido por Linda Fried, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos – caracteriza a síndrome a partir de cinco parâmetros: perda involuntária do peso, fadiga, diminuição da velocidade de caminhada, baixa atividade física e perda da força – medida por força de preensão manual.
“A ausência desses parâmetros indica que a pessoa não é frágil. A presença de um ou dois deles caracteriza a condição de pré-fragilidade – e entendemos que esse é o momento para uma intervenção. Três ou mais parâmetros indicam que a pessoa é frágil”, explicou.
O idoso frágil, segundo Yeda, fica mais vulnerável e tende a sofrer com mais efeitos adversos, o que gera um círculo vicioso que o torna mais dependente e mais suscetível a doenças.
“A pessoa nessa faixa etária, em geral, come menos, tem perda do paladar e menos gasto energético. Ela perde peso porque tem menos massa muscular e, com isso, cansa com facilidade e anda muito devagar. Assim, diminui sua atividade física e gasta ainda menos energia, o que a leva a comer menos”, disse.
A fragilidade tem sido um dos três focos principais do Projeto Temático Sabe-2005. Os outros dois são as questões das demências e do envelhecimento ativo, isto é, a promoção da saúde com o objetivo de que a população chegue a idade avançada com melhor qualidade de vida.
“Não adianta trabalhar para que as pessoas vivam mais se não pudermos fazer com que elas envelheçam com qualidade de vida. Por isso achamos fundamental conhecer os fatores determinantes da fragilidade, que é uma condição que leva à dependência e ao sofrimento”, destacou.
Deixados de lado
A partir dos dados de 2006, extraídos do Sabe-2005, os pesquisadores selecionaram uma amostra que representa a população paulistana com mais de 75 anos. O grupo foi acompanhado a cada seis meses por dois anos, entre 2008 e 2009. A visita de 2006 mostrava que o grupo de não-frágeis correspondia a 31% da população. Os pré-frágeis eram 54,9% e os frágeis eram 14,1%.
“Isso mostrava que a maioria da população dessa idade já era pré-frágil. Se a população está se fragilizando antes dos 75 anos, indica que as pessoas terão um período extremamente longo de vida em condição de dependência e incapacidade”, comentou Yeda.
A mesma população foi acompanhada em 2008 pelos pesquisadores. A parcela dos pré-frágeis caiu ligeiramente para 49,1%. Mas houve aumento brutal dos frágeis (45,4%) e queda dos não-frágeis (5,6%).
“É provável que muitos pré-frágeis tenham passado para o grupo dos frágeis. O que verificamos é que, em um período muito curto, o idoso mais longevo passa a precisar de um acompanhamento frequente. Se não houver uma intervenção adequada, ele tem uma tendência à piora extremamente rápida”, disse.
Não é fácil, segundo Yeda, levar um idoso frágil ao serviço de saúde, justamente por conta de sua condição. Com isso, ele é muitas vezes hospitalizado apenas quando já está em estado crítico.
“Sempre ouvimos dizer que o idoso onera o sistema público de saúde. Mas isso acontece porque ele chega em condições muito ruins. Se pudéssemos cuidar para que ele não se tornasse frágil, evitaríamos a ida para a urgência em estado grave, impedindo internações muito longas. Cuidar da fragilidade é fundamental para desonerar o sistema”, explicou.
Entre os idosos frágeis visitados em 2008, uma parcela de 46,9% sofreu quedas, contra 6% dos não-frágeis. Entre os frágeis que caíram, 53,5% foram hospitalizados. Desses, 50% procuraram serviços de urgência.
Do grupo de idosos frágeis, 30,6% mostraram necessidade de um cuidador, pois não conseguiam realizar sozinhos tarefas como comer, tomar banho ou levantar-se de uma cadeira. “Precisamos mudar o paradigma de tratamento da pessoa idosa. Não adianta oferecer apenas hospitais, é preciso mudar a intervenção na direção de oferecer acompanhamento a essa população”, disse Yeda.
A professora da EE-USP conta que a Prefeitura de São Paulo criou um programa de acompanhantes de idosos que indica a direção certa para as políticas públicas. A iniciativa atende 1,5 mil idosos da cidade que moram sozinhos e têm algum grau de dependência física ou mental, oferecendo cuidadores treinados.
“Isso é fundamental, porque essas pessoas ficam em casa, não comem, não andam e se fragilizam cada vez mais. O problema é a escala. Estimamos que existe 1,2 milhão de idosos na cidade de São Paulo e nossa pesquisa mostrou que metade deles é frágil. Esse tipo de programa precisa ser replicado e ampliado”, disse.
Yeda conta que, a partir de agora, o grupo de pesquisa deverá realizar um novo projeto para estudar a fragilidade a partir dos 60 anos. “Como nossos resultados mostraram que a prevalência já é muito alta aos 75 anos, precisamos estudar agora os determinantes da síndrome em uma faixa etária anterior”, disse.

http://www.docelimao.com.br/site/component/content/article/56-o-conceito/880-sem-qualidade-de-vida-a-longevidade-e-cada-vez-mais-fragil

terça-feira, 9 de março de 2010

Programa de Transtornos Afetivos (GRUDA)


Turma o  Evento é gratuito, portanto tem vagas limitadas preenchidas por ordem de chegada, vale a pena ir é um tema interessante é atual.
Valeu Denise ...Parabéns.

Bjs

Flávia Boni
 
 
Programa de Transtornos Afetivos (GRUDA)

Prevenção de recaídas de Depressão e Transtorno Bipolar

Encontros Psicoeducacionais 1º semestre de 2010

Se você é portador, familiar, amigo ou interessado no tema, junte-se a nós.

COORDENAÇÃO
Prof. Dr. Ricardo Alberto Moreno e
Psic. Danielle Soares Bio

ORGANIZAÇÃO
Psic. Denise Petresco e
Ft. Janette Canales.


Dia 12 de Março
Abertura: Prof. Ricardo Alberto Moreno
Diagnóstico da Depressão:
qual a importância para a prevenção de recaídas?
Dra. Cilly Issler


Dia 16 de Abril
Diagnóstico de Transtorno Bipolar:
qual a importância para a prevenção de recaídas?
Dr. Frederico Navas Demétrio


Dia 14 de Maio
Aspectos Psicológicos da Depressão e do Transtorno Bipolar:
como lidar com a doença?
Psic. Karina Pellegrinelli / Psic. Denise Petresco


Dia 18 de Junho
Qual o papel da família na Depressão e no Transtorno Bipolar?
Psic. Danielle Bio


Dia 16 de Julho
Prejuízos Pessoais e Sócio-Econômicos da Depressão e do Transtorno Bipolar
Dr. Luís F. Costa / Dr. Márcio Gehardt

Evento gratuito, vagas limitadas preenchidas por ordem de chegada
Certificado de participação será fornecido mediante cobrança
Local: Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Anfiteatro Principal , sexta - feiras - das 14:00 às 16:00h.
Informações: (11) 3069-6648
 

sexta-feira, 5 de março de 2010

Qualidade de Vida indo para o Trabalho

Olá, como vai? Espero que bem!!
Como vc chegou ao trabalho? Cansado, estressado, dor de cabeça de tanta buzina??

E, realemente está ficanco dificil ir e vir em são paulo, mas fazer o quê???!!

É nesta hora que fico pensando em alternativas para não ficar estressada ....mas vamos que vamos , o que vc faz no meio deste trânsito??? Quais são suas técnicas??


Vamos escreva e me fale o que vc faz!

Beijos e até mais tarde!!

Flávia

terça-feira, 2 de março de 2010

Por que melhorar a qualidade de vida no trabalho?

Por Patrícia Bispo

Apesar de estudos comprovarem que profissionais saudáveis melhoram a competitividade organizacional, como foi o caso de pesquisa uma pesquisa divulgada pela Universidade de São Paulo - USP, há quem acredite que investir na melhoria da qualidade de vida dos profissionais é perda de tempo e de dinheiro. Para se ter uma ideia, em sobre o impacto desse assunto sobre as empresas, em 2002, foram registrados US$ 76 bilhões/ano (cerca de 3% do Produto Interno Bruto brasileiro) - em prejuízos acumulados nos países da América Latina e Caribe, por causa de acidentes fatais no trabalho ou sequelas provocadas por acidentes, muitos desses oriundos de más condições no ambiente de trabalho. A seguir, algumas razões para as empresas refletirem se é ou não válido preocupar-se com a QVT.

1 - Milhões de trabalhadores enfrentam uma verdadeira maratona para irem ao trabalho, principalmente os que moram nos grandes centros urbanos. Quando chegam à empresa, se encontram um clima organizacional pesado as chances de se sentirem bem naquele local são mínimas. Quando isso ocorre, os profissionais ficam mais atentos ao relógio, contando os minutos para o fim do expediente do que às próprias atividades. Por isso, é fundamental acompanhar o clima tanto no dia a dia quanto através da realização de pesquisas periódicas.

2 - A segurança no ambiente de trabalho deve ser prioridade, não importa o segmento ou porte da organização. Na América Latina, por exemplo, entre 27 e 68 mil trabalhadores são vítimas de acidentes fatais por ano. A OTI - Organização Internacional do Trabalho estima que dois milhões de mortes relacionadas ao ambiente laboral ocorrerão anualmente. É fundamental lembrar o valor das SIPAT - Semanas Internas de Prevenção a Acidentes de Trabalho. Esses eventos são ótimas oportunidades para conscientizar os profissionais sobre a importância de utilizar os equipamentos de segurança e que todos são passíveis a serem vítimas de acidentes, não importa os anos de experiência que tenham em suas atividades.

3 - O respeito ao horário de trabalho é fator determinante para o desempenho do profissional, principalmente para aqueles que trabalham em horários noturnos e em atividades consideradas de risco como, por exemplo, quem lida com máquinas em indústrias, atuam em laboratórios ou lidam diretamente com doenças infectocontagiosas.

4 - As conhecidas LER/DORT (Lesões por Esforços Repetitivos / Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) incluem aproximadamente 30 doenças, entre elas a tendinite, a tenossinovite e a bursite. O estímulo à prática da ginástica laboral reduz os afastamentos de profissionais do ambiente de trabalho por indicações médicas e evita que as pessoas sintam dores ou mesmo carreguem problemas de saúde por toda vida.

5 - Como não se pode fazer corpo mole diante da saúde, as empresas podem utilizar os canais de comunicação interna para instituírem campanhas de reeducação alimentar e estimular as pessoas a consumirem alimentos saudáveis como frutas, legumes, verduras e carnes brancas. Isso apenas não basta. É preciso ainda enfatizar que os check-ups periódicos ajudam a prevenir doenças como pressão arterial alta, diabetes e disfunções cardíacas.

6 - O estímulo a práticas esportivas é uma alternativa que impacta na saúde dos profissionais e estimula a integração entre os profissionais. Promover campeonatos de futebol, de vôlei, por exemplo, fará que quem os colaboradores queimem calorias, tenham momentos de lazer e a chance de conhecer, conversar com profissionais de outros departamentos.

7 - Líder estressado é sinônimo de uma equipe à beira de um ataque de nervos. No início, as metas podem até ser alcançadas ou superadas. Mas, com o decorrer do tempo os profissionais apresentarão sinais de declínio em sua performance. Muitos talentos deixam as empresas porque não agüentam mais conviver com o estresse do chefe. Vale lembrar que treinamentos direcionados aos gestores, que incluam o desenvolvimento de competências comportamentais, geram um diferencial significativo na relação líder-liderado.

8 - Manter instalações limpas e adequadas à rotina dos profissionais permite que as pessoas tenham a mente aberta para novas ideias, apresentem propostas criativas que impactarão nos negócios.

9 - Não cabe apenas a empresa preservar as instalações. Os funcionários também precisam saber que é fundamental que eles também façam a parte deles. Campanhas educativas para conservar o meio organizacional é uma ação que trará benefícios para os dois lados: empresa e profissionais.

10 - Durante o horário de almoço, algumas pessoas terminam a refeição e ficam sentadas, olhando os ponteiros do relógio. Se possível, institua na sua empresa um espaço para leitura. Vale desde jornais locais, revistas das mais variadas (que incluam temas como saúde, lazer e cultura) até livros que não obrigatoriamente tenham conteúdo técnico, mas que agreguem valor como os clássicos da literatura brasileira e mundial. O hábito de ler leva as pessoas a relaxarem e estimula a mente ao desenvolvimento.


*Patrícia Bispo é formada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


Em cinco minutos diários, é possível promover qualidade de vida no trabalho


Por: Karla Santana Mamona
23/02/10 - 16h00
InfoMoney

SÃO PAULO – Cada vez mais profissionais almejam ter uma melhor qualidade de vida, já que é comum que as pessoas trabalhem em ritmo frenético e estressante, extinguindo o tempo para se dedicar à família, aos amigos e às atividades de lazer.

“Muitas vezes, em função do excesso de atividades que temos que desenvolver no ambiente de trabalho, as inúmeras reuniões, o excesso de toques no computador, a má-postura, a corrida para nos alimentarmos em apenas 15 minutos, sem falar nas pressões do chefe, do cliente, entre outros, nos levam a perder a tão famosa qualidade de vida, que tanto almejamos”, afirmou a vice-presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Cecília Shibuya.

Em apenas cinco minutos

Cecília explicou que é muito importante saber equilibrar o lado pessoal e profissional. Ela destacou dicas que podem ser feitas em apenas cinco minutos que ajudam a aliviar o estresse diário e promovem a qualidade de vida. Confira:

  • Pare e faça uma pausa;
  • Respire fundo e solte o ar devagar;
  • Fique em pé e se movimente um pouco:
  • Se for possível, vá até o banheiro, lave o rosto e molhe a nuca;
  • Ingira líquidos. A hidratação é muito importante;
  • Se espreguice. Faça movimentos com as pernas e os braços, levando a articular o sangue;
  • No calor, coloque vestimentas leves;
  • Se tiver uma bolinha anti-estresse, faça movimentos com as mãos e com os pés;
Dedicar mais tempo

É indicado também que os profissionais comecem a dedicar algum tempo do dia a si mesmos. Essa mudança de comportamento deve ser gradativa e cotidiana.


“Se, ao invés de levantar correndo, a pessoa passar a se espreguiçar antes de pular da cama, já estressada, vai se sentir melhor. Se passar a dormir mais e dedicar mais tempo a alguma atividade que lhe dê prazer, com certeza constatará que estará rendendo mais no final do dia”, disse Cecília.


Cecília afirmou ainda que pessoas que têm melhor qualidade de vida são mais produtivas e ficam mais tempo trabalhando nas empresas, ao contrário dos profissionais mais sobrecarregados, que, além dos problemas de saúde, podem trazer prejuízos para a empresa e para a própria família.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O poder da meditação

Recebi o link de um grupo de RH que faço parte, quem enviou foi a Ana Lúcia de Mattos Santa Isabel , mas conhecida como Aninha,  fada peregrina da Orion Comunicação.


E resolvi postar aqui no Blog , porque é execelente para a QUALIDADE DE VIDA!!
Tenho me esforçado para praticar!!!!


Leiam!!
Bjs
Flávia Boni



O poder da meditação
A técnica ganha espaço em instituições renomadas e prova ser eficaz contra um leque cada vez maior de doenças. Entre elas, a depressão, males cardíacos e até Aids

http://www.istoe.com.br/reportagens/51821_O+PODER+DA+MEDITACAO+PARTE+1?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

N° Edição: 2102 | 19.Fev - 21:00

Dá p/ ler pelo site, por este link.

 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010


Hora do Planeta 2010 é lançada na China

WWF estima que 1 bilhão de pessoas devem apagar as luzes em mobilização contra aquecimento global
Com informações do WWF

Panda Mei Lan é mascote da Hora do Planeta este ano
Divulgação/WWF
Panda Mei Lan é mascote da Hora do Planeta este ano
CHENGDU, China - Às 20h30min do dia 27 de março, milhões de pessoas em todos os continentes irão desligar as luzes durante 60 minutos - a Hora do Planeta – uma mobilização mundial contra o aquecimento global. No lançamento da contagem regressiva para a Hora do Planeta 2010, em Chengdu, na China, Mei Lan, a ursa panda que voltou recentemente para a China após uma missão diplomática em Atlanta (EUA), foi designada como Embaixadora Mundial da Hora do Planeta. No Ano Internacional da Biodiversidade, o panda também simboliza a importância de protegermos ecossistemas e espécies em todo o planeta. 

A população de Chengdu se une aos cidadãos de mais de 70 países de todo o mundo, incluindo o Brasil, que já aderiram ao "apagar as luzes". Entre eles estão também quatro países de quatro continentes diferentes, que participam pela primeira vez da Hora do Planeta - Paraguai, Mongólia, Madagascar e República Tcheca. 

"A Hora do Planeta 2010 constitui a evidência de que a comunidade mundial quer adotar hábitos e um estilo de vida de baixo carbono, demonstrando sua liderança para que, por sua vez, os nossos líderes mundiais tratem a questão do aquecimento global com a responsabilidade necessária", declarou o diretor-executivo e co-fundador da Hora do Planeta, Andy Ridley.

O diretor geral da Rede WWF, Jim Leape, disse que o fato de a cidade de Chengdu - que integra a economia que mais cresce no mundo - liderar pelo exemplo, ao se comprometer com essa iniciativa. "Chengdu é o ponto central desse chamamento mundial à ação para a adoção de uma resolução do clima, durante o lançamento da Hora do Planeta 2010," disse Leape.

Brasil também irá apagar suas luzes
Pelo segundo ano consecutivo, o WWF-Brasil promove a Hora do Planeta no País. Em 2009, brasileiros apagaram as suas luzes mostrando preocupação com o aquecimento global. No total 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta no ano passado. Ícones como o Cristo Redentor, a Ponte Estaiada, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por 60 minutos. 

“A Hora do Planeta é um movimento de todos nós. Ela une cidades, empresas e indivíduos para demonstrar às lideranças mundiais - e, principalmente, para mostrar uns aos outros - que queremos uma solução contra o aquecimento global. É uma oportunidade única para nós, brasileiros, de nos unirmos com a comunidade global em uma única voz para deter as mudanças climáticas”, explicou a secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú.

A mobilização para a Hora do Planeta 2010 já começou. O site http://www.horadoplaneta.org.br/ será a plataforma onde cidadãos, empresas e organizações brasileiras poderão deixar seu comentário e obter mais informações sobre o movimento. O WWF-Brasil também já está em contato com as principais capitais e cidades brasileiras para a realização da Hora do Planeta 2010. 

Em 2007, a Hora do Planeta era um evento em uma única cidade, Sidney, na Austrália. Hoje já envolveu 4.100 cidades em 88 países. Em 2009, alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, como as pirâmides do Egito, a Torre Eiffel em Paris, a Acrópole de Atenas e até mesmo as luzes de Las Vegas ficaram no escuro por uma hora. 

Antes de Mei Lan, algumas personalidades já desempenharam a função de Embaixador da Hora do Planeta - entre elas o Reverendo Desmond Tutu, os membros da banda Cold Play e a atriz Cate Blanchett.  Seus fãs podem acompanhar seu papel de embaixadora nos sites www.twitter.com/earthour e http://www.earthhour.org/.  

20 minutos de exercícios garantem 12 horas de bem-estar Substância lançada no cérebro ameniza o estresse e o cansaço

Pesquisadores da Universidade de Vermont ( EUA) comprovaram que a euforia provocada pelas endorfinas, hormônio neurotransmissor liberado no organismo, continua a agir por cerca de 12 horas após a prática de exercícios físicos. Essas substâncias químicas conduzem impulsos elétricos aos neurônios, proporcionando uma sensação de conforto contínua e não apenas temporária, como acreditava-se até então.

Foram observados 48 voluntários, que se dividiram em dois grupos: metade praticou exercícios físicos durante os testes e o restante permaneceu sedentário. Antes de iniciarem os testes, os participantes responderam a questionários sobre sua disposição mental e seus hábitos alimentares. 

Em seguida, os integrantes do grupo da atividade física pedalaram por 20 minutos em intensidade moderada por 10 dias consecutivos para testar o humor e a disposição do grupo em relação às características apresentadas pelos pacientes sedentários. 

A equipe de pesquisadores notou que os distúrbios de humor diminuíram significativamente nas pessoas que praticaram exercícios e que elas permaneceram dispostas e bem humoradas por cerca de 12 horas de seu dia. 

Embora os níveis de endorfina tenham caído rapidamente na circulação, seu tempo de atuação na massa cinzenta é suficiente para anular o estresse e o cansaço por um tempo muito maior e pode ser a resposta para a cura de doenças como a depressão.



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Foz sedia 1º Congresso Mercosul de Saúde


Foz do Iguaçu será sede do 1º Congresso Mercosul de Saúde, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho que acontece entre os dias 28 e 30 de abril Rafain Expocenter. Promovido pela Adetec (Associação do Desenvolvimento Tecnológico de Londrina), o congresso tem o apoio institucional da Itaipu Binacional, Sistema FIEP e apoio científico da UFPR (Universidade Federal do Paraná) e da UEL (Universidade Estadual de Londrina). 

O congresso será lançado na próxima segunda-feira, 22, durante um workshop, no auditório de Treinamento da Itaipu Binacional a partir das 14h. O workshop terá como tema “Políticas em Saúde Ocupacional - Humanização no Ambiente do Trabalho”. 

A abordagem do assunto será feita pelos palestrantes, Paulo Gomes Toledo Filho, médico do trabalho, pelo auditor Sérgio Silveira de Barros, engenheiro de segurança do Ministério do Trabalho e Emprego, em Curitiba (PR), por David Bueno, do CEST/Paraná e Joel de Lima, do Grupo de Trabalho da Itaipu Saúde/Brasil. 

As inscrições para o workshop estão abertas e são gratuitas. Os interessados devem preencher ficha de inscrição ou enviar os dados pessoais, RG e CPF, profissão, empresa e e-mail para: qualivida@adetec.org.br. As vagas são limitadas. Contatos via telefone podem ser feitos pelo número (43) 3338.9882, com Cirene. Mais informaçõeswww.congressoqvida.com.br. 

(Ascom/Adetec) 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Gestão antienvelhecimento


A Qualidade de Vida deve ser nossa meta diária, nos projetos de QVT são poucas as empresa que tem no seu programa a Gestão do antienvelhecimento dos colaboradores, este texto do site 50Mais trata sobre esta gestão  e como ela pode ser desenvolvida na Qualidade de Vida.
Leia e Reflita.. Como seria se sua empresa implantasse a Gestão do antienvelhecimento na sua empresa?
Abs,
Flávia Boni


Gestão antienvelhecimento
Os seis pilares da vida saudável e longa
Por Maria Fernanda Schardong
12/02/2010  
 
Nos Estados Unidos já existe há tempos e, no Brasil, a recomendação de cuidar do corpo e da mente com a mesma atenção e dedicação com a qual cuidamos de nossa carreira profissional está ganhando popularidade. É a Gestão Antienvelhecimento. O programa, estruturado em seis medidas básicas, promete o que todo mundo quer: uma vida mais saudável e longa.
O foco da Anti- Aging Medicine, como é chamada pelos americanos, está em prevenir, tratar e reverter as disfunções relacionadas ao envelhecimento, e baseia-se em cuidados médicos das mais diversas especialidades. Muito mais do que prevenir doenças, busca garantir que o processo de envelhecimento seja o mais produtivo possível.
Na Academia Brasileira de Medicina Antienvelhecimento (ABMAE), não se fala de outra coisa. “Trata-se da Medicina Preventiva dos novos tempos. O programa proporciona uma maior longevidade, qualidade de vida e produtividade durante os anos que virão. Podemos ver os resultados na melhoria da saúde em geral, do humor, da lucidez e rapidez mental, melhora da textura da pele, da vida sexual e do sistema imune. Sem contar os benefícios estéticos, como a retonificação do corpo, redução do acúmulo de gordura e o ganho de massa muscular”, afirma Edith Horibe, presidente da entidade.
Para garantir que as promessas tão animadoras do programa sejam bem sucedidas, o programa da ABMAE promete bem estar mental e espiritual, através de técnicas e orientações da física quântica e meditação; otimização hormonal; suplementação nutricional; alimentação antienvelhecimento com alimentos funcionais; exercícios físicos regulares e tratamentos estéticos.
“Todos os seis pilares que compõe o programa são de extrema importância, no entanto, considero como um dos principais, o bem estar da mente, pois é lá que tudo começa”, defende Edith. Com a cabeça tranqüila, a próxima recomendação é o cuidado com a alimentação. “Esse é um dos pontos fundamentais, pois, mesmo com uma alimentação balanceada, pesquisas mostram que grande parte da população tem uma ingestão insuficiente de micronutrientes. Como resultado, as doenças degenerativas relacionadas à dieta e deficiência nutricional são as grandes causas de morte ao redor do mundo”, afirma.
Para quem acredita que a preocupação com o envelhecimento pode ser adiada, a médica alerta que quanto antes começarem os cuidados com a saúde, maiores serão os benefícios. “A importância de saber lidar com o processo de envelhecimento é exatamente prevenir, para que se tenha saúde, qualidade de vida e produtividade até o fim da vida. Dessa maneira, indicamos o programa para todas as faixas etárias e, principalmente, a partir dos 50. Entretanto, quanto antes melhor”, finaliza Horibe.
http://www.maisde50.com.br/editoria_conteudo2.asp?conteudo_id=7754

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Sites Teste sobre QV

Olá como vai? Espero que bem!!
Hoje vou postar alguns sites sobre testes de Qualidade de Vida.
IMPORTANTE, estes testes não dispensam a avaliação médica e psicológica.

São eles:











Abs,
Flávia Boni

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Valorização, Saúde e BEM ESTAR

A matéria sobre Valorização profissional e desafio motivam funcionário mais do que bom salário , por André Carvalho do CANALRH é muito interessante separei alguns trechos.



Na matéria demonstra que somente  salários , premiações e bônus não motivam  bons profissionais nas empresas.




"Um estudo sobre motivação realizado pela Right Management, consultoria organizacional especializada em gestão de talentos e carreira, envolvendo 30 mil funcionários de 15 países de todo o mundo, indicou que os colaboradores das empresas se motivam muito mais sendo valorizados como profissionais e vislumbrando desafios a serem realizados do que com apenas uma boa recompensa financeira.

Para a diretora-comercial da Right Management no Brasil, Márcia Palmeira, “a identificação com os valores de sua empresa e a valorização de suas atividades dentro da corporação são aspectos, hoje, mais motivadores do que a recompensa financeira”. Ela ainda acrescenta que uma equipe engajada pode fazer a diferença na produtividade da empresa: “Nossos estudos indicam que um grupo de trabalhadores realmente engajado pode render até 50% mais do que aqueles que não têm motivação’.

A pesquisa da Right Management se deu da seguinte maneira: a consultoria formulou 90 frases com afirmações específicas envolvendo a motivação no ambiente de trabalho. Pediu-se, então, que os entrevistados indicassem o nível de concordância com estas frases. Depois, essas respostas foram correlacionadas com os relatórios de autoavaliação dos entrevistados sobre seu nível de motivação em seus trabalhos. A partir daí, revelaram-se alguns dados. Um dos mais relevantes indica que 34,3% dos entrevistados são engajados (no Brasil, o número é maior: 37,6%)."


Frases bem aceitas

Eis a lista das 26 (de um total de 90) afirmações com maior nível de concordância por parte dos entrevistados:


*Muito interessante que muitas das afirmações , não custam nada somente uma mudança na forma de conduzir a gestão de pessoas.

1.ª - Estou comprometido com os valores básicos da minha organização
2.ª - Nossos clientes valorizam muito nossos produtos e serviços
3.ª - Minhas opiniões são levadas em consideração
4.ª - Entendo perfeitamente o que é esperado de mim no trabalho
5.ª - Compreendo como posso contribuir para atender às necessidades de nossos clientes
6.ª - Fui recompensado com justiça
7.ª - Os líderes valorizam os funcionários
8.ª - Todos são tratados com respeito no trabalho, não importando quem seja
9.ª - Consigo me concentrar no que estou fazendo quando estou no local de trabalho
10.ª - Meus objetivos pessoais no trabalho estão relacionados com o plano de negócios de minha área
11.ª - Compreendo claramente a missão da minha organização
12.ª - Os líderes têm capacidade para fazer da minha organização um sucesso
13.ª - Sou incentivado a assumir responsabilidade por meu trabalho
14.ª - Minha organização está envolvida no suporte à comunidade
15.ª - Existem oportunidades de carreira para mim na organização
16.ª - É possível equilibrar trabalho e interesses pessoais na minha organização e, mesmo assim, progredir
17.ª - A organização me permite manter um equilíbrio razoável entre família e trabalho
18.ª - A pressão que sinto em minha função é razoável
19.ª - Existe incentivo suficiente para o bom desempenho em minha organização
20.ª - Meu salário é competitivo em comparação com cargos semelhantes na minha organização
21.ª - Meu gerente imediato me dá o apoio necessário para realizar bem meu trabalho
22.ª - As pessoas na minha organização têm capacidade para realizar seu trabalho com eficácia
23.ª - Minha organização é eficaz para atrair e reter talentos
24.ª - Tenho a autoridade necessária para realizar bem meu trabalho
25.ª - Minha organização promove ativamente a saúde e bem-estar
26.ª - Minha organização investe na aprendizagem e desenvolvimento das pessoas

Fonte:http://www.canalrh.com.br/Mundos/pesquisas_artigo.asp?ace_news={54A2049A-79DF-4A8D-AD33-2197E1D2755B}&o={B5E964D0-ACF1-424F-9B17-BC90DFB938DD}&sp=EM@FHxRA=OEKH73G.p=9


*Obs: FB

domingo, 17 de janeiro de 2010

Você tem medo de tirar férias?


No inicio de meus estudos em QVT, realizamos uma apresentação sobre este tema e realmente percebemos que existe uma certa dificuldade das pessoas se desligarem do seu trabalho, mesmo que seja por férias, este estudo abaixo mostra um pouco sobre como fazer e mudar isto.

Boa leitura.
Flávia Boni






Você tem medo de tirar férias?


Estudos recentes indicam que o período, normalmente associado ao relaxamento, pode ser extremamente estressante.




Uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association (ISMA) com 678 trabalhadores das cidades de São Paulo e Porto Alegre, com idades entre 25 e 55 anos, aponta que 38% deles têm medo de tirar férias. Segundo o estudo, as principais razões estão o receio de que decisões importantes possam ser tomadas na empresa durante as férias (46%); a possibilidade de mudanças de cargo ou responsabilidades devido às fusões e aos enxugamentos (32%); enxugamento na empresa (19%); e o fato de que talvez ninguém sinta falta do profissional em férias (3%).

No Brasil, o período de 30 dias de descanso aos trabalhadores está previsto em lei. E para a psicóloga Tânia Margot Klein, do Sefit Prevenção Laboral, as férias têm um fator motivacional e desestressante, portanto, não há motivos para que as pessoas tenham receio. A especialista também acredita que a postura da empresa pode colaborar, e muito, para que o funcionário se sinta seguro. "Aquelas que apresentam um bom clima organizacional, investem em treinamento, desenvolvimento e qualidade de vida no trabalho conseguem manter a motivação de suas equipes em alta", explica a especialista.
Descanso em etapas
Para os funcionários que têm medo de sair de férias, a psicóloga aconselha: "Os períodos longos não são indicados. A pessoa se sentirá melhor com pequenas pausas". Então, dividir as férias em dois períodos de 15 dias pode ser uma boa ideia. "O estresse acontece diariamente e deixar para 'esvaziar o copo' apenas uma vez por ano pode ser ruim", aconselha a psicóloga.
Entretanto, Tânia defende que independente de 30 dias diretos ou em etapas, o importante é que o período de descanso exista. "Sair da rotina permite uma oxigenação que será transformada em motivação ao retornar ao trabalho", salienta.
Dicas para tornar as férias mais agradáveis
- Em primeiro lugar, programe-se. Ficar em casa sem fazer nada pode gerar frustração;
- Escolha atividades que lhe proporcionem prazer;
- Deixe de lado o computador ou os equipamentos que lhe remetam ao trabalho;
- Busque atividades que relaxem e desestressem para voltar ao trabalho revigorado e produzir mais e com qualidade!
Fonte: Revista Viva Saúde.